24 March, 2015

Aluguel de veleiro - charter N 29 - Aústria

Bandeira da Aústria
Nosso charter desse final de semana foi com um grupo da Aústria, para quem não sabe como eu, o país fica na Europa central um pouco acima da Croácia o povo da vela não possui mar e é necessário descer 06 horas de carro até a Croácia para uma velejada. O idioma é o Alemão, porém o Inglês também é falado por sua grande maioria, com isso uma bela oportunidade para IMPROVE THE ENGLISH Como sempre um povo muito educado e agradável, que torno o nosso trabalho muito fácil

A intenção do grupo era uma boa velejada no Brasil, que não foi possível, pois um dia com pouco ventos, rolou apenas uma brincadeira com ventos de no máximo 07 nós nas rajadas. Porém o passeio foi agradável com visita a Lagoa Azul bem vazio e um belo almoço no restaurante Refúgio das Caravelas no Saco do Céu - Ilha Grande.
Moqueca de camarão - Refúgio das Caravelas

O legal desse trabalho é poder trocar informações e conhecer um pouco outros países e suas culturas e poder passar um pouco de nossas experiências para essas pessoas que vem de longe nos visitar

17 March, 2015

Aluguel de veleiro–Charter 28


IMG_2454Nosso primeiro charter em nossa nova casa ARMC, saímos com um casal de namorados para curtir um simples dia no mar, com tranquilidade, o dia foi bem escolhido, pois no domingo costuma ser menos cheio já que as pessoas já estão tomando o rumo de volta para casa. Agora que estamos mais perto da Baia da Ribeiro, decidimos levar o casal nas ilhas de Paquetá e Itanhangá, fica há 7 milhas do clube onde a água é bem clarinha e o visual é perfeito para casais enamorados. Além de aproveitar o mergulho o local é perfeito para desembarcar, fazer caminhada e aproveitar o outro lado da ilha, onde existe uma piscina natural com águas bem calmas.Na Ilha de Paquetá existe um flutuante que serve a bordo vários tipos de petistos e o preço é justo ou quem preferir, basta pedir que o bote de apoio do flutuante vem buscar. Na Ilha de Itanhangá tem uma caminhada a partir do canto esquerdo do paredão que leva ao topo do mesmo, onde é possível ver boa parte da Baia da Ribeira e parte da Ilha Grande, para quem gosta de fotos é um belo local ou até mesmo para contemplar a paisagem. A caminhada é um pouco íngreme, mas vale a pena o fundamental é levar água e protetor solar para os dias mais quentes.

03 March, 2015

Aluguel de veleiro - Histórias da Ilha Grande - Descobrimento

Dando continuidade a nossa série de postagens da parte histórica da Ilha Grande, vamos publicar neste post, como foi interessante o descobrimento desta maravilhosa Angra, que foi oficialmente descoberta 04 dias depois do descobrimento da Baia de Guanabara. Tendo como principal curiosidade o fato de também ter sido confundida como uma entrada de um grande rio, assim como foi com a Baia de Guanabara.
"O descobrimento da Ilha Grande tem semelhança com o descobrimento da cidade maravilhosa. O Rio de Janeiro foi batizado no dia 1 de janeiro de 1502, quando Gonçalo Coelho (o chefe da primeira expedição exploradora) concluiu que a baía da Guanabara era a desembocadura de um grande rio. A baía da Ilha Grande também foi confundida pela mesma expedição, cinco dias depois. Navegando pelo o canal existente entre o continente e a Ilha Grande a expedição achava que estava entrando em uma enseada. Ao passarem pela região onde está hoje a cidade de Angra dos Reis, verificou-se o engano. Não era uma enseada porque visualizaram ao longe a saída para o oceano, que fica próximo da atual cidade de Paraty. Por ser o dia em que a Igreja Católica comemora os Santos Reis Magos, a localidade foi batizada como Angra dos Reis. Então a data do descobrimento da Ilha Grande é a mesma da fundação da cidade de Angra dos Reis, 06 de janeiro de 1502. Naquela época a região era habitada pelos índios Tamoios, que já a chamavam de Ipaum Guaçú (Ilha Grande). Padre Anchieta, o famoso catequista dos índios brasileiros, também registrou a presença dos Tamoios na Ilha. Segundo Anchieta, eles viviam em aldeias com cerca de seis ocas, totalizando aproximadamente 150 habitantes. Eram valentes guerreiros, ótimos flecheiros, caçadores, pescadores de linha e mergulho e viviam de modo distinto dos outros indígenas do continente, além de terem a sua linguagem também diferente. Com o tempo foram sendo escravizados pelos portugueses que ocuparam as aldeias existentes em: Mangaratiba, Ilha da Gipóia (em frente à Angra dos Reis) e Paraty. Ao longo do século XVI, houve diversos combates na região. Nesses combates, os portugueses, aliados aos tupiniquins, enfrentaram os franceses, aliados aos Tamoios. Em 1559, a coroa portuguesa resolveu nomear Dom Vicente da Fonseca para administrá-la, o que só ocorreu, de fato, com o fim da guerra com os Tamoios, em 1567."
Bibliografia:

Está página e outras tem como referência: 
Apontamentos para a história do Rio de Janeiro, Angra dos Reis e Ilha Grande. 
Carl Egbert Hansen Vieira de Mello
Projeto Ilha Grande Secretaria Municipal de desenvolvimento econômico, social e planejamento. Governo Neirobis Kazuó Nagae.