25 September, 2013

Travessia Angra/Paraty - Praia de Cajaíba


Sem dúvida esse é o passeio que mais gosto de fazer.Saímos na madrugada de sexta para sábado às 4 horas com rumo 270 W em direção a praia de Cajaíba - Paraty . A ida foi tranquila, mesmo com a previsão do WIND GURU de 35 nós de vento N NW nas rajadas. Velejamos 2/3 do caminho, 27 MN.

Logo pela manhã, 9 horas já estávamos fundeando na praia de Cajaíba, navegamos pelo rio, visitamos a cachoeira, 12 minutos de caminhada leve pelo canto esquerdo da praia, para finalizar um pastel com cerveja.

O local de pernoite não poderia ser outro, Ilha da Cotia, perfeito para veleiros, águas calmas e agradável.


O horário da volta foi marcado para às 4 horas da madrugada de sábado para domingo. Para nossa surpresa ao sairmos da Ilha da Cotia demos de cara com um ventinho SW de 27 nós com 35 nas rajadas. E eu que havia perguntado sobre o vento da previsão. Preparamos o barco: fechamos todas as gaiútas, amarramos tudo no interior do veleiro, passamos linha de vida, roupa de frio e tudo mais. Soltamos apenas 75% da genoa, pois SW é vento favorável, pelo menos isso, desligamos o motor e o CAULIMARAN começou a deslizar a 7, 7,5 nós apenas com a genoa com 75%.

Ae pensei, uma travessia de 5 horas, vamos fazer em 3,5 horas. Alegria de pobre dura pouco, ventos apenas por 1 hora, e, depois disso, zerou somente mar de LESTE, apesar do SW, mais tarde pegamos ventos do quadrante N NW que nos deixou velejar até a Marina Porto Galo





09 September, 2013

Diário de bordo N.5 07/08 set 2013


Saímos no sábado com ventos do quadrande SE com seus 20 nós nas rajadas. Colocamos a genoa 100% para deixar a os convidados mais confortáveis, porém o mar estava bem desconfortável, os peixes é que gostaram do engodo rsrsrsrsr. A velejada foi bem segura, fomos almoçar no REFÚGIO DAS CARAVELAS.

O pernoite foi tranquilo, foi no próprio Porto Galo, achamos melhor a segurança do cais para os nossos amigos, bom banho, filme a bordo e boa comida na casa de outros amigos em Garatucaia.

No dia seguinte como de praxe… DIAS DE MUITO, VÉSPERA DE POUCO. Nenhum vento pela manhã, com isso um passeio tradicional na LAGOA AZUL com banho de praia.Tivemos até show de violão a bordo.O dia foi tão legal que o amigo Victor resolveu deixar de sofrer e fez sua mudança de time na Ilha Grande. A prova está acima, rsrsrs

11 August, 2013

Diário de Bordo n. 4 charter 10/08


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A primeira pergunta que foi feita ¨ VAMOS VELEJAR, NÃO VAMOS ?¨ , já sabia que o passeio seria agradável. Resolveram fazer uma surpresa para o dia dos pais, o pai foi informado  de um passeio de escuna, comprado através do grupón, do tiposaveiro com 100 pessoas, funk e tudo mais. O pai ao dar de cara com o CAULIMARAN adorou a surpresa.
Essa foi maneira que a família resolveu motivar ao pai a recuperar o POMAR 26 que encontrasse em Itacuruçá há muito abandonado,
Saímos em direção a Abhrãao numa velejada bem suave com ventos favoráveis, por volta das 12 hrs paramos para banho na praia da Camiranga, como o sol estava forte, todos aproveitaram muito. Para almoço fomos para o restaurante REFÚGIO DAS CARAVELAS, do amigo Kadiquinho, comida boa e bom papo
Para a volta, ventos do quadrante LESTE com seus 15 nós nas rajadas, onde o SAMOA nos levou para casa com muito segurança e conforto.
Muito bom poder passar o dia com pessoas tão agradáveis e uma família bonita.  BONS VENTOS SEMPRE

21 July, 2013

Primeiro encontro Samoa 36



O pessoal foi chegando por bolta das 10, ocorreu no bar da Telma -Enseada de Sitio Forte -ilha Grande. Muito churrasco, bom papo, cerveja e uma tal de quizumba, uma bebida de maracujá com vodca servida no próprio maracujá como copo, lógico, feito pelo Manolo, especialista em drinks,

E melhor nisso tudo e poder conhecer pessoas e suas estórias. Encontramos o Rui, velho conhecido do Jurujuba, que vendeu seu barco de 23 e construiu seu MC 28, conhecemos dois casais paulistas que curtem de montão, um no skipper 21 e o outro em um de apenas 16 pés. Fiquei com vergonha, pois no Samoa é mole.

Para variar a volta foi de baixo de um ventinho de apenas 40 nós, velejamos em árvore seca a 6 nós,




07 July, 2013

Uma noite em Parnaioca

Existe um velho ditado que diz que: se vc quer dar a volta ao mundo, não coloque no seu roteiro a Ilha Grande, pois vc poderá não querer mais sair da Ilha.
Já fui pelo menos umas 03 vezes ou mais a Parnaioca,porém ainda não havia pernoitado na mesma. Devido as condições favoráveis, decidimos pernoitar em Parnaioca. Realmente um local único como poucos, a ausência total de luz deixa o cenário ainda mais deslumbrante. Chegamos por volta das 16:00 hrs e fomos recepcionados pelo Sr. Sílvio com muito boa vontade e bom papo. Nos levou a cachoeira do local passando por uma trilha onde conhecemos uma antiga igreja e ao lado um cemitério. Sílvio, nativo do local, nos contou que o local já foi habitado por 66 casas e suas famílias e que agora são 06 casas. Conta que o motivo principal da partida foi a antigo presídio, agora desativado. Os nativos nasciam através de parteira e que ficava na casa do futuro bebê pelo menos uns 10 dias, pois podia chover muito e não conseguir atravessar o rio devido ao grande volume de água nas chuvas.
Para quem entra na Parnaioca o melhor lugar de fundeio é pelo canto direito em uma pequena enseada bem abrigada, entretanto não recomendo com Sw pois segundo informações do local, fica de cara. No cante esquerdo da praia uma bela cachoeira com águas claras e limpas. Uma pequena igreja junto com um cemitério completam o lugarejo.
Para comer apenas uma senhora servindo comida e para ficar um camping do Sílvio, pessoa muito agradável e conversador