Neste final de semana visitamos o Saco de Mamanguá, nem sei mais quantas vezes já fomos a Paraty Mirim, Saco de Mamanguá, Ilha da Cotia, Pouso de Cajaíba… talvez 20 vezes ou mais, porém a cada ida/vinda a sensação é a mesma da primeira vez, tamanha é a beleza da região, não dá para dizer que conhecemos tudo o local é simplesmente mágico. Muitos são os adjetivos que podemos usar, fiorde tropical, berçário marinho, paraíso, moradia de caiçaras, obra divina, poder da criação, enfim, somente a união de todos esses adjetivos chegue próximo do que é esse lugar.
Velejando por dentro do Mamanguá, fomos agraciados por golfinhos, eram muitos, talvez 100 ou mais não dava para contar a alegria da tripulação ao ver tantos animais maravilhosos deixou todos com “ cara de paisagem” . A diversidade do local é enorme é comum ver aves, peixes, tartarugas, arraias por todo o roteiro é um local ímpar e inacreditável, ainda pouco tocado pela mão humana, as coisas ainda são bem simples, sustentável e em harmonia com a natureza.
Dentro do Saco de Mamanguá tem a Vila Cruzeiro, um vilarejo de caiçaras onde a atividade principal é a pesca, tem um BAR DO S. ORLANDO, onde é servido um PF pelo valor de 25 reais e é da Vila Cruzeiro que parte a caminhada para o Pão de Açúcar, um mirante fantástico de subida muito íngreme de 2 horas, onde é possível observar todo o fiorde de Mamanguá, pena que não deu tempo de subir, mas fica para a próxima vez.
Nosso roteiro: saímos do ARMC ( Angra dos Reis Marinas Clube ), pela manhã, dia 18/04 com primeira parada em Paraty Mirim, onde para almoço um PF de 15 reais ao lado da Igrejinha. Dois pernoites na já conhecida Ilha da Cotia. Nos dois dias de estadia em Paraty, visitamos os fiordes da Cotia, com visitação a aldeias indígenas e vilas caiçaras. Nosso retorno foi na segunda pela manhã, direto para enseada de Sítio Forte com mergulho no Pinguino ( naufrágio ) e almoço na Tapera. Para fechar com chave de ouro retornamos para o ARMC com ventos de través de 12 nós e o Caulimaran andando a 7,5 nós constante. No clube um bom vinho para comemorar o passeios
2 comments:
Costumo dizer que velejar é aprender com a Natureza até o último dia de nossas vidas. Não há como se colocar contrário a esta afirmação. Ao longo de alguns anos tenho acompanhado de perto a vida a bordo do casal "Ulisses e Marcela" e tenho tido o prazer de fazer parte de alguns momentos. Já passamos por motoradas de horas sem qualquer vento, já pegamos mar ruim, sem vento, já pegamos mar ruim com vento, já velejamos em mar de almirante, mas desta vez a Mãe Natureza transbordou luxo e felicidade. Passei dias maravilhosos a bordo do Caulimaran. O convite foi perfeito e o final de semana com todos aqueles golfinhos e a velejada com mar liso foi muito boa. Não há como negar que velejar no Caulimaran é aprender, contemplar, etc, etc, etc.
Mais um final de semana cheio de aventuras em familia e com amigos abordo do Caulimaran. Visita a Paraty mirim, descoberta do restaurante no Saco do Mamanguá e velejada com muitos golfinhos, surpreendente.
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